Blog dos Adminstradores
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Não deixe de assistir os vídeos que tenho publicado na minha FanPage cujo link segue abaixo:
https://www.facebook.com/antonioandradecoach?ref=aymt_homepage_panel
Espero que goste e aguado opiniões e críticas construtivas.
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sexta-feira, 24 de abril de 2015
Existe uma Receita Mágica para obter Sucesso?
Existe uma Receita Mágica para obter Sucesso?
Essa é um
fato que muitas pessoas vivem se perguntando.
Lendo diversos livros sobre motivação, liderança, empreendedorismo e
até mesmo autoajuda; com a vivência nas consultorias e cursos de treinamento que dei, acabei criando algumas certezas em minha mente.
Uma das
certezas que tenho é a da importância de se criar um Plano de Metas para o que queremos realizar em nossa vida.
Metas todos
nós temos, só que alguns poucos realizam 100%, outros quase chegam lá e a
maioria fica só no plano.
Um detalhe,
fundamental, a ser observado, é que poucos colocam seus planos no papel, de forma
bem organizada e com data marcada.
Conforme
Anthony Robbins menciona em seu livro “O Poder Sem Limites”: - um estudo feito
na Yale University, com os graduados de 1953; descobriu-se 20 anos mais tarde,
que os 3% dos formandos, que por sua vez, anotaram suas metas de forma
organizada, valiam muito mais que os 97% restantes em termos salariais.
Como Metas
não realizam nada vem o segundo ingrediente, que é a ação, pois sem a prática nossas
metas nunca passarão de sonho. Temos que tomar medidas que nos levem em direção
à meta já estabelecida até atingirmos nosso alvo.
No entanto,
temos que estar atentos para observar se essas medidas estão realmente nos
levando rumo à nossa meta ou nos desviando dela, esse estado de alerta para
separar o que está dando resultado é que se conhece como acuidade; esse é o terceiro ingrediente.
Portanto a
cada passo precisamos manter as medidas corretas e corrigir aquelas que estão
sendo improdutivas; é nesse ponto que muitos (os que quase chegaram lá)
desanimam, ai é que precisamos ter a tenacidade e resiliência para mantermos o
ânimo, mesmo, e principalmente diante das adversidades. Então esse é o quarto
ingrediente, ter flexibilidade para mudar seu comportamento varias vezes até
conseguir o que se quer. Finalmente, ficar sempre atento para buscar
novas oportunidades que possam ajudar a chegar ao seu objetivo.
Repassando os ingredientes:
1)
Meta
2)
Colocar no papel (deixar em lugar visível para
ver e buscar todos os dias).
3)
Colocar em prática
4)
Conferir o resultado de cada passo e corrigir
rápido o que não estiver dando certo;
5)
Tornar a flexibilidade para mudar em um hábito;
6)
E por ultimo ficar sempre atento para buscar
novas oportunidades que possam ajudar a chegar ao seu objetivo.
sábado, 18 de outubro de 2014
Usando a mente rumo à prosperidade.
Esse vídeo apesar de curto é muito bem elaborado, inteligente e motivador; não deixe de assistir.
http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia/quando-a-mente-%C3%A9-a-melhor-amiga-dos-empreendedores/vi-BB9BbgP
http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia/quando-a-mente-%C3%A9-a-melhor-amiga-dos-empreendedores/vi-BB9BbgP
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Colagem de texto do Site: www.administradores.com.br .....que eu recomendo.
As lições de Sherlock
Holmes para Administração
O que um detetive britânico da ficção e do século
19 pode nos ensinar sobre negócios atuais ou sobre carreira? Elementar, meu
caro leitor. Está na hora de investigarmos e descobrirmos
Fábio Bandeira, 15 de agosto de 2014
Arte:
Thiago Castor / Revista Administradores
Junte uma
capa xadrez bege, um cachimbo curvado, uma boina de caçador e uma lente de
aumento para idealizar um dos mais populares personagens da ficção. Com mais de
100 anos após a sua criação, Sherlock Holmes ainda é tão atual quanto sua
primeira aparição em 1887, escrita por Sir Arthur Conan Doyle. Um dos fatores
para isso é o ciclo de reaproveitamento da indústria de entretenimento sobre
suas histórias. São filmes, seriados, livros, jogos, revistas especializadas e
mais de 250 sociedades e fã-clubes ativos no mundo.
Se
pensarmos em termos mercadológicos do “produto Sherlock Holmes”, os números são
surpreendentes. Somente a saga do detetive em dois longas-metragens, estrelado
pelo ator Robert Downey Jr., ultrapassou a casa de um bilhão de dólares em
receita. As ações e campanhas bem exploradas sobre o detetive mais famoso de
Scotland Yard dariam, certamente, boas aulas de marketing. No entanto, o
aprendizado de Holmes pode ir além - e há aqueles que defendem que suas
técnicas são facilmente aplicadas no dia a da dos negócios ou na carreira dos
profissionais.
O jornalista e escritor americano David Acord é um desses defensores. Para ele, que é um profundo conhecedor e pesquisador sobre o personagem - e autor do livro Enxergue o óbvio como Sherlock Holmes -, o detetive é composto por algumas das maiores qualidades que um ser humano pode possuir. “Algumas pessoas podem perguntar: ‘Por que eu iria querer modelar minha vida com um personagem de ficção, especialmente um que foi escrito a mais de cem anos?’ Não há problema em ser cético, Sherlock certamente aprovaria! Mas o que você tem que lembrar é que Holmes era, em muitos aspectos, um reflexo de seu criador. Sir Arthur Conan Doyle era um gênio em todos os sentidos da palavra: médico, autor prolífico, aventureiro, historiador, intelectual - ele fez tudo isso. Ele derramou uma grande quantidade de sua sabedoria e insights sobre o personagem de Holmes”, indica David, complementando a influência de professores e mentores na criação do personagem. “Muitas habilidades do detetive, como a sua capacidade de deduzir toda a história de vida de uma pessoa, por exemplo, foram baseadas nas habilidades dos homens da vida real que Conan Doyle teve a sorte de estudar na faculdade de Medicina”, explica David.
Com habilidades reais que acompanham Holmes, muitas dessas características são virtudes admiradas no mundo corporativo. Foco obsessivo; objetivos no trabalho; incapacidade para aceitar a mediocridade; desejo primordial de mais conhecimento; uma vontade de assumir riscos enormes. “A verdade é que estas mesmas qualidades poderiam ser usadas para descrever alguns dos empresários mais bem-sucedidos dos tempos modernos: Steve Jobs, Richard Branson ou Donald Trump”, relata o jornalista.
Desvendando o mistério
Algumas das mais apreciadas qualidades de Sherlock Holmes estão em três princípios básicos: observação, dedução e conhecimento. Holmes foca em todos os detalhes para resolver um caso, até mesmo nos que a polícia ignora, aqueles que não parecem tão importantes. Em A case of identity (Um caso de identidade), Holmes fala: "Tem sido um axioma meu que as pequenas coisas são infinitamente mais importantes". E em The man with the twisted lip (O homem com o lábio torto), ele observa: "É, naturalmente, um supérfluo, mas não há nada tão importante como supérfluos".
A psiquiatra russa Maria Konnikova, colunista da revista Scientific American, é uma dessas entusiastas sobre o poder para desvendar mistérios usado por Holmes. O aprofundamento no assunto rendeu até o livro Perspicácia: aprenda a pensar como Sherlock Holmes. Segundo Konnikova, um dos segredos de Holmes está em focar sua concentração total em apenas um assunto por vez, ao invés de muitas coisas ao mesmo tempo. Para a psiquiatra, o que é considerado multitarefa, na verdade, é o cérebro focando em outra tarefa.
No primeiro livro do detetive, Um estudo em vermelho, Holmes usa a metáfora do “sótão vazio” para explicar a Watson esse conceito. Para Holmes, nosso cérebro é um sótão, inicialmente vazio, que deve ser mobiliado aos poucos. “Um tolo o abarrota com todas as quinquilharias que encontra pela frente, a ponto de os conhecimentos que lhe poderiam ser úteis acabarem soterrados”, diz Holmes.
O jornalista e escritor americano David Acord é um desses defensores. Para ele, que é um profundo conhecedor e pesquisador sobre o personagem - e autor do livro Enxergue o óbvio como Sherlock Holmes -, o detetive é composto por algumas das maiores qualidades que um ser humano pode possuir. “Algumas pessoas podem perguntar: ‘Por que eu iria querer modelar minha vida com um personagem de ficção, especialmente um que foi escrito a mais de cem anos?’ Não há problema em ser cético, Sherlock certamente aprovaria! Mas o que você tem que lembrar é que Holmes era, em muitos aspectos, um reflexo de seu criador. Sir Arthur Conan Doyle era um gênio em todos os sentidos da palavra: médico, autor prolífico, aventureiro, historiador, intelectual - ele fez tudo isso. Ele derramou uma grande quantidade de sua sabedoria e insights sobre o personagem de Holmes”, indica David, complementando a influência de professores e mentores na criação do personagem. “Muitas habilidades do detetive, como a sua capacidade de deduzir toda a história de vida de uma pessoa, por exemplo, foram baseadas nas habilidades dos homens da vida real que Conan Doyle teve a sorte de estudar na faculdade de Medicina”, explica David.
Com habilidades reais que acompanham Holmes, muitas dessas características são virtudes admiradas no mundo corporativo. Foco obsessivo; objetivos no trabalho; incapacidade para aceitar a mediocridade; desejo primordial de mais conhecimento; uma vontade de assumir riscos enormes. “A verdade é que estas mesmas qualidades poderiam ser usadas para descrever alguns dos empresários mais bem-sucedidos dos tempos modernos: Steve Jobs, Richard Branson ou Donald Trump”, relata o jornalista.
Desvendando o mistério
Algumas das mais apreciadas qualidades de Sherlock Holmes estão em três princípios básicos: observação, dedução e conhecimento. Holmes foca em todos os detalhes para resolver um caso, até mesmo nos que a polícia ignora, aqueles que não parecem tão importantes. Em A case of identity (Um caso de identidade), Holmes fala: "Tem sido um axioma meu que as pequenas coisas são infinitamente mais importantes". E em The man with the twisted lip (O homem com o lábio torto), ele observa: "É, naturalmente, um supérfluo, mas não há nada tão importante como supérfluos".
A psiquiatra russa Maria Konnikova, colunista da revista Scientific American, é uma dessas entusiastas sobre o poder para desvendar mistérios usado por Holmes. O aprofundamento no assunto rendeu até o livro Perspicácia: aprenda a pensar como Sherlock Holmes. Segundo Konnikova, um dos segredos de Holmes está em focar sua concentração total em apenas um assunto por vez, ao invés de muitas coisas ao mesmo tempo. Para a psiquiatra, o que é considerado multitarefa, na verdade, é o cérebro focando em outra tarefa.
No primeiro livro do detetive, Um estudo em vermelho, Holmes usa a metáfora do “sótão vazio” para explicar a Watson esse conceito. Para Holmes, nosso cérebro é um sótão, inicialmente vazio, que deve ser mobiliado aos poucos. “Um tolo o abarrota com todas as quinquilharias que encontra pela frente, a ponto de os conhecimentos que lhe poderiam ser úteis acabarem soterrados”, diz Holmes.
A
psiquiatra Konnikova descreve em seu livro também dois sistemas distintos de
funcionamento do cérebro. Nele, a autora atribui o sistema Watson (modo
automático, espontâneo e intuitivo) e o sistema Holmes (analítico, dedutivo e
ambicioso). Em uma empresa, essa relação de ambos os sistemas é ainda mais
fácil de ser visualizada. No sistema Watson, os funcionários aceitam tudo como
verdadeiro, sem conferência da autenticidade em um projeto. Esse modelo, apesar
de ser mais rápido, pode ocasionar falhas de interpretação, checagem e até
erros de diretrizes. No modelo de Holmes, a atenção é plena, com análises mais
aprofundadas dos fatos e conferências sobre todo o processo de um trabalho.
Outro
fator destacado pela colunista da Scientific American como indiscutivelmente
importante para Holmes está em seu poder de imaginação. Ela defende que,
através de uma observação detalhada, podemos encontrar soluções inusitadas para
os problemas que enfrentamos. E era assim, ao explorar a potencialidade
criativa, que o detetive chegava a resoluções caso a caso.
De fato, Sherlock Holmes tinha o hábito de resolver problemas insolúveis e alcançar o que todos pensavam ser impossível. Essa razão faz com que o detetive seja inspiração real e relevante para muita gente, mesmo sendo um personagem do século 19. Afinal, podemos sempre aprender com os melhores, independentemente do período de tempo em que viveram - ou, neste caso, foram criados.
De fato, Sherlock Holmes tinha o hábito de resolver problemas insolúveis e alcançar o que todos pensavam ser impossível. Essa razão faz com que o detetive seja inspiração real e relevante para muita gente, mesmo sendo um personagem do século 19. Afinal, podemos sempre aprender com os melhores, independentemente do período de tempo em que viveram - ou, neste caso, foram criados.
Técnicas
de Sherlock Holmes para usar em seu dia a dia (elaboradas pelo jornalista David
Acord).
1 – Tenha informações
Uma das chaves do seu sucesso é que Holmes se recusa a tomar uma decisão sem bons dados. "É um erro capital teorizar antes de ter todas as provas", já disse o detetive. Isso remonta à formação científica de Conan Doyle. Para ser bem sucedido, você tem que resistir à tentação de tomar decisões rápidas antes de todas as provas.
1 – Tenha informações
Uma das chaves do seu sucesso é que Holmes se recusa a tomar uma decisão sem bons dados. "É um erro capital teorizar antes de ter todas as provas", já disse o detetive. Isso remonta à formação científica de Conan Doyle. Para ser bem sucedido, você tem que resistir à tentação de tomar decisões rápidas antes de todas as provas.
2 –
Esteja aberto a possibilidades
Não descarte à primeira vista ideias que parecem malucas ou impossíveis. Em A aventura da caixa de papelão, Holmes delineou seu método para resolver um mistério complicado: “Abordamos o caso, lembre-se, com uma mente absolutamente em branco, o que é sempre uma vantagem. Nós tínhamos formado teorias. Estávamos lá simplesmente para observar e fazer inferências a partir de nossas observações”, destacou na obra.
Não descarte à primeira vista ideias que parecem malucas ou impossíveis. Em A aventura da caixa de papelão, Holmes delineou seu método para resolver um mistério complicado: “Abordamos o caso, lembre-se, com uma mente absolutamente em branco, o que é sempre uma vantagem. Nós tínhamos formado teorias. Estávamos lá simplesmente para observar e fazer inferências a partir de nossas observações”, destacou na obra.
3 - Não
tenha medo de sujar as mãos
Holmes rastejava no chão sujo de uma cena de crime e entrava em qualquer buraco onde pudesse encontrar alguma pista. Os detetives da Scotland Yard não seriam pegos fazendo o que Holmes fazia por medo de serem ridicularizados por seus pares. Mas era exatamente isso que fazia o detetive resolver os casos primeiro. Ele não se importava em colocar a mão na massa.
4 – Cuidado com a intuição
Holmes era famoso por não deixar emoções afetarem seu julgamento ou a busca pela verdade. Isso também é crucial na tomada de decisões de negócios importantes. Nos livros, Holmes repetidamente advertiu Waltson sobre fazer conclusões antes de analisar todas as evidências disponíveis.
Holmes rastejava no chão sujo de uma cena de crime e entrava em qualquer buraco onde pudesse encontrar alguma pista. Os detetives da Scotland Yard não seriam pegos fazendo o que Holmes fazia por medo de serem ridicularizados por seus pares. Mas era exatamente isso que fazia o detetive resolver os casos primeiro. Ele não se importava em colocar a mão na massa.
4 – Cuidado com a intuição
Holmes era famoso por não deixar emoções afetarem seu julgamento ou a busca pela verdade. Isso também é crucial na tomada de decisões de negócios importantes. Nos livros, Holmes repetidamente advertiu Waltson sobre fazer conclusões antes de analisar todas as evidências disponíveis.
5 –
Divirta-se
O que impulsonava Holmes a sair da sua cama confortável e cair na fria noite de Londres não era uma chance para melhorar sua conta bancária, pagar duas despesas ou fama. Ele encarava os casos porque gostava, porque se divirtia. Resolver um caso era seu sentido de realização e satisfação.
O que impulsonava Holmes a sair da sua cama confortável e cair na fria noite de Londres não era uma chance para melhorar sua conta bancária, pagar duas despesas ou fama. Ele encarava os casos porque gostava, porque se divirtia. Resolver um caso era seu sentido de realização e satisfação.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Curso apostilado para alavancar as vendas da sua equipe.
QUALIDADE
TOTAL EM VENDAS
O trabalho de treinamento
“QUALIDADE TOTAL EM VENDAS”, certamente irá aumentar a produtividade dos
vendedores e estabelecer um ambiente mais amigável entre os participantes e
deles com os gerentes.
Uma das preocupações é conscientizar
os participantes da importância deles estarem se atualizando e treinando
constantemente, pois só através de muita dedicação e comprometimento é que se
pode fazer frente às ameaças crescentes da concorrência.
O curso além de passar técnicas
de como vender e cativar o cliente irá mudar a postura dos participantes que
passarão a ter uma atitude mais empreendedora e pró-ativa, tomando a iniciativa
no seu dia a dia ao invés de esperar que alguém mande ou mostre o que deve ser
feito.
Durante o curso também estarão
sendo abordados temas como:
·
Motivação;
·
Estratégias de Vendas;
·
Marketing de Relacionamento;
·
Marketing Emocional;
·
Cenários atuais – pessoais e profissionais;
·
Relações Humanas / Espírito de Equipe;
·
Atualidades: Velocidade da Evolução,
Globalização,
Analfabetismo
Funcional, Desemprego Estrutural;
·
Dinâmica do Conhecimento.
Público alvo: Todos os
colaboradores da empresa.
Estejam certos de tratar-se de um
ótimo investimento.
Duração: 15 horas
(Sugestão de 5 dias de 3 horas)
Atenciosamente,
Antonio
Pereira de Andrade Filho
Fone:
(16) 3372-6422
email: antoniopa.andrade@gmail.com
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